Por tiago.frederico

Rio - Uma África colorida foi o ponto de partida da Imperatriz no início da sua apresentação. A escola exagerou nas cores para tentar apresentar uma nova leitura da imagem do continente, normalmente muito soturna.

E deu certo. O belo visual gerou uma boa interação dos componentes com a plateia. O resultado foi o contínuo crescimento de intensidade da apresentação da escola.

Tecnicamente perfeita%2C escola acerta ao fazer homenagem a MandelaFoto%3A João Laet / Agência O Dia

Nos setores seguintes, a Imperatriz partiu para um recado social, lembrando grandes ícones da luta pela causa negra, como Matin Luther King e Malcom X.

E, como disse o samba, finalizou com uma banana para o preconceito.

Na pista, a escola apresentou uma vigorosa evolução. Em grande parte motivada pelo bom samba-enredo cujas expectativas se conformaram nesta madrugada de terça-feira.

Por Fred Soares, especial para O DIA na Folia.

Você pode gostar