'Parabéns' de ídolo para fã após show de The Who

História publicada no DIA leva TV a reunir Pete Townshend e Francisco Almeida

Rio - "Se eu infartasse, a culpa ia ser de O DIA”, brinca o engenheiro Francisco Almeida. Por causa de uma matéria que o jornal publicou com exclusividade, no sábado, mostrando a carta que ele recebeu em 1983 do líder da banda The Who, Pete Townshend, Francisco conseguiu trocar algumas palavras à distância com o ídolo na madrugada de ontem, após o show do grupo, no estúdio do canal Multishow. E Francisco ainda ganhou um “Parabéns!” de Pete, já que comemorava os 67 anos de idade.

Capital Inicial se apresenta no Palco Mundo no último dia do festival Daniel Castelo Branco / Agência O Dia

“Foi o maior presente que eu recebi na minha vida. Meu filho Hugo, que é jornalista, foi com a matéria do DIA em mãos, procurou um amigo de um amigo e chegou no Multishow. Pensei que daria para chegar perto do Pete, mas eles têm estúdios diferentes e um não tem acesso ao outro. Fiquei com uma turma num estúdio e ele em outro. Na hora H uma menina da produção me achou e me levou lá. Foi uma emoção enorme”, contou ele, que levou a carta ao festival e ao estúdio, mas não poderia levá-la na moldura de vidro em que ele a colocou, por questões de segurança. “Arrumei um envelope grosso e coloquei a carta no meu peito. Você vê como é fã, né?”, conta, feliz.

Francisco chegou a pedir a Townshend que renovasse o autógrafo da carta; “Só que ele pediu para eu voltar a mandar a carta para ele. Aí não dá, né? Imagina se eu perco esse papel. Mas ele estava super simpático”. Francisco, que também assistiu ao show do grupo em São Paulo, na quinta-feira, não vai a Porto Alegre onde The Who toca amanhã. “Se me concedessem um pedido, este seria de eu ir no avião deles”, brinca. Ele adorou os shows. “Pete é uma pessoa super simples. Os shows foram irrepreensíveis”, vibrou.

Francisco escreveu para o músico em 1983 e recebeu resposta Hugo Cals

No último dia, disposição e calor

'Se eu infartasse, a culpa ia ser de O DIA", brinca o engenheiro Francisco Almeida. Por causa de uma matéria que o jornal publicou com exclusividade, no sábado, mostrando a carta que ele recebeu em 1983 do líder da banda The Who, Pete Townshend, Francisco conseguiu trocar algumas palavras à distância com o ídolo na madrugada de ontem, após o show do grupo, no estúdio do canal Multishow. E Francisco ainda ganhou um "Parabéns!" de Pete, já que comemorava os 67 anos de idade.

"Foi o maior presente que eu recebi na minha vida. Meu filho Hugo, que é jornalista, foi com a matéria do DIA em mãos, procurou um amigo de um amigo e chegou no Multishow. Pensei que daria para chegar perto do Pete, mas eles têm estúdios diferentes e um não tem acesso ao outro. Fiquei com uma turma num estúdio e ele em outro. Na hora H uma menina da produção me achou e me levou lá. Foi uma emoção enorme", contou ele, que levou a carta ao festival e ao estúdio, mas não poderia levá-la na moldura de vidro em que ele a colocou, por questões de segurança.

"Arrumei um envelope grosso e coloquei a carta no meu peito. Você vê como é fã, né?", conta, feliz. Francisco chegou a pedir a Townshend que renovasse o autógrafo da carta; "Só que ele pediu para eu voltar a mandar a carta para ele. Aí não dá, né? Imagina se eu perco esse papel. Mas ele estava super simpático".

Francisco, que também assistiu ao show do grupo em São Paulo, na quinta-feira, não vai a Porto Alegre onde The Who toca amanhã. "Se me concedessem um pedido, este seria de eu ir no avião deles", brinca. Ele adorou os shows. "Pete é uma pessoa super simples. Os shows foram irrepreensíveis", vibrou.

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