Empregos & Negocios

Em busca de soluções de tecnologia para seguros

Programa de capacitação vai acontecer na PUC. Universitários vão receber treinamento para desenvolver novos produtos e serviços para o setor

Rio - Universitários de todas as áreas podem se inscrever, até o dia 10 de dezembro, no primeiro programa de capacitação para alunos interessados em desenvolver novas tecnologias para o setor de seguros e resseguros. O 'Insurtech Innovation Program' é fruto de uma parceria entre a seguradora Mongeral Aegon, a resseguradora IRB Brasil RE e a PUC-Rio, onde as aulas acontecem em um ano. São 16 vagas e o programa tem início em fevereiro de 2018. O processo seletivo é aberto a alunos de qualquer instituição.

Helder Molina, da Mogeral Aegon: 'tecnologia é fundamental' Divulgação

De acordo com o edital, o programa tem o objetivo de formar profissionais capazes de transformar o mercado de seguro e resseguro por meio do desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços baseados em tecnologia. Os alunos selecionados receberão bolsa estágio como remuneração mensal.

"Para que uma empresa cresça, é fundamental investir em bons serviços e produtos, além de uma diferenciada experiência do cliente com a marca. Nestes dois aspectos, a tecnologia tem papel fundamental", destaca Helder Molina, presidente da Mongeral Aegon.

Além das aulas, que acontecerão no período da tarde, palestras com especialistas e visitas a empresas fazem parte da grade curricular. Segundo Rafael Nasser, coordenador de Inovação do Programa do Centro Técnico Científico da PUC-Rio, as orientações seguirão tendências tecnológicas, com foco em mecanismos de inteligência artificial, realidade virtual e internet das coisas.

Durante o programa, a partir de conteúdos tecnológicos e de negócios, serão propostos desafios aos alunos para que eles desenvolvam projetos criativos e inovadores que possam causar impacto na indústria.

Para Alessandra Monteiro, diretora do IRB Brasil RE, as novas tecnologias aplicadas ao setor de seguros e resseguros são um modelo de negócios ainda pouco explorado. "A combinação entre a universidade e as empresas possibilitará unir as inteligências acadêmica e técnica do negócio para desenvolver novas soluções", acredita.

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