“Hoje, pelos últimos resultados, a melhor seleção do mundo é a da Espanha, mas existem equipes de alto padrão e o Brasil sempre tem que estar entre essas. Tanto pelo talento de seus jogadores, quanto pelo seu currículo ao longo da história no futebol”, afirmou o defensor que se destacou no confronto entre PSG e Barcelona, na Liga dos Campeões da Europa, e tem uma ideia de como parar o toque de bola espanhol.
“Tentando sempre diminuir os espaços e ter atenção o tempo todo. O talento individual deles é grande mas, com concentração, é possível diminuir o risco de eles conseguirem sucesso nas tentativas”, explicou.
Thiago sabe que a seleção brasileira está entre a cruz e a espada ou, mais precisamente, entre a euforia de um título na Copa das Confederações, que começa mês que vem, e o pessimismo que um resultado ruim pode causar em toda uma nação que respira futebol:
“Ambos os aspectos precisam ser encarados com muito cuidado, pois a conquista muitas vezes engana e achamos que estamos bem.
"Apesar do início difícil em relação a adaptação de cultura, forma de jogo, que tem mais contato, entendo que foi positivo, já que conquistamos o Francês e fomos bem na Liga dos Campeões da Europa”, disse Thiago, que elegeu o inglês Rio Ferdinand, do Manchester United como o melhor do mundo na sua posição.
Sobre o assunto mais comentado da semana no mundo, Thiago lamentou a aposentadoria do inglês David Beckham com quem já havia jogado no Milan. “Ele é um grande profissional. O futebol precisava ter vários iguais a ele. Certamente fará falta. Vou torcer para que continue envolvido no futebol, pois o esporte necessita de grandes profissionais”.





