Ao sair da África, o Homo sapiens cruzou com espécies como os neandertais e teve uma descendência que foi beneficiada com a herança genética dos ancestrais. Grande parte dos fragmentos de DNA que ainda restam desses ‘parentes distantes’ quase não são registradas com frequência, mas o novo estudo identificou 126 lugares do genoma humano nos quais essas sequências aparecem com mais assiduidade que poderia ser esperado.
Dessas regiões identificadas, sete são vinculadas a características da pele e, sobretudo, ao sistema imune, um dos pontos essenciais no processo de evolução adaptativa, pois permitiu que os ancestrais enfrentassem diferentes doenças. “Nosso trabalho mostra que a hibridação contribuiu com a capacidade de adaptação a diferentes entornos”, disse Joshua Akey, um dos autores.