Rio - Ao suspender a liminar — decisão provisória — contra a aplicação do Plano de Cargos e Salários da Educação, a desembargadora Leila Mariano, presidente do Tribunal de Justiça, atendeu a uma demanda da prefeitura e livrou os professores de um impasse.
Caso a decisão de primeira instância fosse mantida, haveria o risco de a categoria ficar sem um novo plano por meses ou até anos. A prefeitura teria que aguardar o julgamento definitivo do mérito do processo, que pede a suspensão da sessão da Câmara que aprovou a proposta.
Devolução da grana
Antes da decisão judicial, Eduardo Paes foi enfático: “Até o julgamento do mérito, não é possível votar outro plano.” Ele afirmou que mandara rodar a folha salarial com o aumento. Se a liminar não fosse cassada, os professores teriam que devolver dinheiro.
Planos antigos
Um dos autores da ação, o vereador Reimont (PT) admitiu que havia o risco de os professores ficarem sem o plano e sem o aumento de 8%. Eles e os demais funcionários da educação continuariam a ser regidos pelos planos antigos.




