Por paloma.savedra

Rio - Em entrevista exclusiva ao DIA na tarde deste sábado, o governador Luiz Fernando Pezão comentou a morte do traficante Celso Pinheiro Pimenta, conhecido como Playboy, em uma operação realizada nesta manhã pela Polícia Federal em conjunto com a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil e a Coordenadoria de Inteligência da Polícia Militar.

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"Lamento muito (a morte do Playboy). Mas mostra que a polícia está trabalhando", disse o governador. Ele lembrou que a polícia do Rio tem feito diversas operações, como a que prendeu, em Araruama, esta semana, o chefe do tráfico em Japeri, na Baixada Fluminense, Ipojucan Soares de Andrade, conhecido como Velho e Coroa do Guandu. "Isso tudo mostra que a inteligência da Polícia está funcionando", afirmou Pezão. Ele destacou ainda a importância da integração das polícias civil e militar.

Playboy foi morto durante ação no Morro da PedreiraDivulgação

Playboy foi baleado enquanto estava na casa de sua namorada, no Morro da Pedreira, em Costa Barros, Zona Norte do Rio. A operação que resultou na morte do bandido foi uma parceria entre a Polícia Federal, a Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) da Polícia Civil e a Coordenadoria de Inteligência da Polícia Militar. O Disque-Denúncia oferecia uma recompensa de R$ 50 mil por informações sobre o paradeiro de Playboy. 

Cerca de 80 policiais e um helicóptero participaram da ação. Houve confronto, mas ainda não há informações de outros suspeitos feridos. O traficante foi baleado no abdômen e socorrido ainda com vida, sendo levado para o Hospital Federal de Bonsucesso. De acordo com assessoria do hospital, o blindado que transportava Playboy chegou por volta das 13h30 na unidade, mas o traficante já chegou morto ao local. O corpo seguiu para o Instituto Médico Legal (IML).

No Morro da Pedreira, há intensa movimentação de viaturas do 41º BPM (Irajá). O clima é tenso na região. Playboy era um dos últimos membros da quadrilha de Pedro Machado Lomba Neto, o Pedro Dom, conhecido por invadir residências para praticar assaltos. Pedro Dom foi morto na Lagoa, em 2005, em ação da polícia.

Delegados da Delegacia Regional de Comabte ao Crime Organizado da PF, o coordenador da Core, Fabrício Pereira, e o chefe de serviço da inteligência da PM, Antonio Goulart, participam de coletiva na Cidade da Polícia sobre a operação.

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