Macri cobra investigação de 'submarino perdido'

Por

Mauricio Macri
Mauricio Macri -

O presidente da Argentina, Mauricio Macri, pediu ontem "uma investigação séria e profunda" para esclarecer as causas da tragédia envolvendo o submarino ARA San Juan, desaparecido há 11 dias no Atlântico Sul com 44 tripulantes. Praticamente não há esperança de resgatá-los.

"Vamos continuar as buscas com o apoio da comunidade internacional e da tecnologia. Isso exigirá uma investigação séria, profunda, que dê certeza do que aconteceu. Queremos entender como um submarino que estava em perfeitas condições aparentemente sofreu essa explosão", disse Macri.

O presidente acrescentou que "até que tenhamos a informação completa, não vamos nos aventurar a procurar culpados." Na quinta-feira, o governo confirmou um ruído violento e repentino compatível com uma explosão, horas depois do último contato do submarino no dia 15 de novembro, quando navegava em direção a Mar del Plata.

Seis barcos e três aviões patrulharam ontem a zona da explosão, mas não há mais esperanças de encontrar os tripulantes com vida.

"A zona é grande, o meio é hostil e a busca é muito difícil", afirmou o porta-voz da Marinha, Enrique Balbi.

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O presidente da Argentina, Mauricio Macri, pediu ontem "uma investigação séria e profunda" para esclarecer as causas da tragédia envolvendo o submarino ARA San Juan, desaparecido há 11 dias no Atlântico Sul com 44 tripulantes. Praticamente não há esperança de resgatá-los.

"Vamos continuar as buscas com o apoio da comunidade internacional e da tecnologia. Isso exigirá uma investigação séria, profunda, que dê certeza do que aconteceu. Queremos entender como um submarino que estava em perfeitas condições aparentemente sofreu essa explosão", disse Macri.

O presidente acrescentou que "até que tenhamos a informação completa, não vamos nos aventurar a procurar culpados." Na quinta-feira, o governo confirmou um ruído violento e repentino compatível com uma explosão, horas depois do último contato do submarino no dia 15 de novembro, quando navegava em direção a Mar del Plata.

Seis barcos e três aviões patrulharam ontem a zona da explosão, mas não há mais esperanças de encontrar os tripulantes com vida.

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