Por
Publicado 28/12/2017 14:22 | Atualizado 31/12/2017 03:00

Este Réveillon será o primeiro em que a Guarda Municipal do Rio (GM) vai atuar na coerção a pequenos delitos, no apoio aos órgãos de Segurança Pública. Só em Copacabana o efetivo contará com 1.032 guardas, que também vão agir nas ações de ordenamento urbano e na fiscalização do trânsito. O planejamento operacional prevê ainda 335 guardas em outros pontos nas zonas Sul, Norte e Oeste. A novidade só aconteceu graças à Lei Complementar (176/2017) do vereador Marcello Siciliano (PHS), que institui o patrulhamento urbano pela GM, dando apoio à segurança pública. De acordo com a lei, a partir de agora, a Guarda Municipal tem o poder de polícia e pode coibir pequenos roubos, intervir em brigas, entre outras ocorrências.

Flamengo mais pobre

Nem a Associação de Moradores e Amigos do Flamengo (Flama) escapou dos cortes de recursos públicos. O aporte para os fogos deste ano será de apenas R$420.000, bem abaixo dos R$800.000 que eram repassados desde 2011, durante a gestão de Eduardo Paes (MDB), para a correligionária Leila do Flamengo, que dirigia a associação.

A postos

Apesar da crise na rede municipal de Saúde, a Prefeitura do Rio montou um esquema especial para atender aos 3 milhões de espectadores que são esperados hoje em Copacabana. Serão quatro postos médicos montados na praia: na Praça do Lido e nas ruas República do Peru, Santa Clara e Bolívar.

Remoção

Os casos mais graves, que necessitarem de remoção, terão o apoio pré-hospitalar móvel de 30 ambulâncias de suporte avançado e mais nove de suporte básico.

Hospital do Câncer

Segundo o deputado federal Glauber Braga (Psol), o Governo do Estado não encaminhou os documentos necessários para a Caixa Econômica Federal, que garantiriam a retomada das obras do Hospital do Câncer de Nova Friburgo, na Fonte da Saudade, que estão paralisadas. "Com isso, a CEF já está falando em rescisão do contrato e a devolução do dinheiro que já estava depositado na conta", alertou Braga.

Ministério Público

Ao lado do companheiro de partido, o deputado estadual Wanderson Nogueira, Braga deu entrada com uma representação no Ministério Público para que as responsabilidades sejam apuradas. "O governador tem que ser responsabilizado por isso. É um absurdo que depois da verba disponibilizada seja devolvida por incompetência", reclamou Braga.

Dez anos

No mês em que completou dez anos, o Instituto Superar, que trabalha a inclusão para pessoas com deficiência, comemorou os bons resultados. Ao longo desse tempo foram 24 mil beneficiários, 307.200 famílias atendidas, 36 atletas formados, 10 alunos em universidades, 12 estagiários que se tornaram professores, e 6 professores que se tornaram coordenadores. Além disso, foram 50 parcerias e 15 patrocinadores graças à Lei de Incentivo ao Esporte.

Você pode gostar
Comentários