Cuidado: moedas são só enfeites, não valem nada - AFP/GEOFFROY VAN DER HASSELT
Cuidado: moedas são só enfeites, não valem nadaAFP/GEOFFROY VAN DER HASSELT
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Criptomoedas como o Bitcoin se utilizam de uma tecnologia revolucionária que, segundo especialistas, vai se expandir para além dos pagamentos: o blockchain.

Ao contrário do real, do dólar e do euro (e por aí vai), o Bitcoin não é regulado por nenhum Estado, muito menos tem um Banco Central tomando conta. A lisura dos processos, garantem os operadores, está nos milhões de computadores que validam cada transação. Todas, desde 2009, estão em um 'livro-caixa' público e inviolável. Esse é o 'blockchain'. Qualquer um pode verificar quando e onde cada transação foi feita.

Apesar de circularem moedas douradas com o símbolo B, o Bitcoin não existe em forma física. Para guardá-lo, é preciso criar uma carteira virtual em seu computador ou no celular. Ela traz duas grandes sequências de letras e números que a identificam. Uma é o 'endereço público' da carteira, que o dono tem de informar a cada transação. A outra, secreta, é a chave que abre o cofre. Tem de ser guardado com muito cuidado e fora da rede.

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