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E os discursos do governo e da base aliada sobre a Reforma da Previdência continuam "desalinhados". Na apresentação da emenda aglutinativa que o relator da Reforma da Previdência, deputado Arthur Maia (PPS-BA), fez na quarta-feira, o líder do partido na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), disse que o governo adiaria a votação do texto para o dia 28 de fevereiro. O objetivo, segundo ele, seria para conseguir os 308 votos necessários para aprovação da matéria na Câmara. Já em evento em Minas Gerais, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, desmentiu o líder do PP. Segundo o ministro, "todos os esforços do governo estão sendo empenhados para que a Reforma da Previdência seja aprovada na Câmara no próximo dia 19".

O que foi criticado por Ribeiro: "Seria uma irresponsabilidade colocar a matéria na pauta para votação sabendo que ela não será aprovada". E com um discurso intermediário surgiu o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun. Ele afirma que a proposta começará a ser discutida dia 19 na Câmara e a data limite para sua votação será em 28 de fevereiro. "Teremos 314 votos", garante. Hoje o governo estima ter 260 votos.

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