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Diretores eleitos das escolas estaduais redigiram uma carta aberta classificando o processo de otimização implantado pela Secretaria de Educação como política "de redução de turmas e vagas na rede estadual". Segundo a coordenadora do Sepe, Marta Moraes, somente no ano passado mais de 200 turmas foram fechadas. Ela reclama que a "otimização" não passa de uma junção. "Pegam uma turma com 20 alunos e juntam com uma turma de 30. Isso é política de enxugamento e não de investimento na Educação", reclamou a professora, afirmando que a superlotação das salas de aula prejudica o processo pedagógico. "O ideal é, no máximo, 35 alunos por turma", afirmou.

Em nota, a Seeduc esclareceu que o processo de otimização e os ajustes nas turmas nada têm a ver com redução de custos e, sim, com a busca de melhores práticas pedagógicas e são feitos todos os anos, pois é uma obrigação legal perante o Ministério da Educação (MEC) e o Fundeb. "Nenhuma alteração na rede estadual de ensino ou otimização de turma tem como motivador a economia de recurso", garantiu a secretaria.

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