Por parroyo

O comércio paulista faturou R$ 37,846 bilhões em fevereiro, o que significa alta de 10,4% em relação ao mesmo mês do ano anterior. O desempenho foi impulsionado pelo fato de que em 2014 o número de dias úteis no mês foi maior, já que as festas de Carnaval aconteceram em março.

Os dados fazem parte da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), produzida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) e pela Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz).

Os supermercados, que respondem por quase um terço do total do comércio,  faturaram R$ 11,55 bilhões, com expansão de 11,4%. Outra atividade que contribuiu para a expressiva elevação da receita geral do varejo foi o de materiais de construção, ao somar R$ 3,058 bilhões, crescendo 17%. Farmácias e perfumarias também aumentaram o faturamento para R$ 2,253 bilhões, variando positivamente 13,9%. Os melhores desempenhos, no entanto, foram registrados por lojas de autopeças e acessórios, cujo resultado em fevereiro deste ano foi de R$ 764 milhões - 20,1% acima do constatado em fevereiro do ano passado.

O faturamento das concessionárias de veículos, por sua vez, alcançaram R$ 5,129 bilhões, avanço de 3,4%. Lojas de móveis e decoração ampliaram as vendas em 9,7%, atingindo a cifra de R$ 582 milhões. O segmento de vestuário, tecidos e calçados obteve desempenho próximo da média, ao crescer 10,5%, com um total de R$ 2,997 bilhões.

No entanto, as de lojas de departamentos apresentaram redução de 25,5% nas vendas, para R$ 1,436 bilhão. As lojas de eletrodomésticos e eletrônicos também mostraram recuo de 6,3% no faturamento, para R$ 1,47 bilhão.

O comércio da cidade de São Paulo faturou no segundo mês deste ano R$ 11,428 bilhões, alta de 8,2% frente fevereiro de 2013. A região de Taubaté foi o principal destaque positivo, com a maior alta de faturamento no período entre as 16 áreas apuradas, avançando 19,8% ao registrar R$ 1,791 bilhão. O segundo maior crescimento de receita foi conseguido pelo comércio de Araçatuba e cidades vizinhas (18,6%), com R$ 610 milhões. Nenhuma região no Estado apresentou retração de receita.

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