Por monica.lima
Superintendente da Área de Capital Empreendedor do BNDES%2C Luiz Souto%2C diz que a entidade tem R%24 2 bilhões em investimentos aprovados até o momentoDivulgação

Projetos inovadores estão na mira do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ao lado do setor de infraestrutura, estão entre as prioridades para o banco. E as pequenas e médias empresas não ficarão de fora. Luiz Souto, que é superintendente da Área de Capital Empreendedor do BNDES, responsável pelos investimentos diretos e via fundos em private e venture capital da instituição, explica que a entidade quer aumentar a participação em empresas que oferecem, além da inovação, alta capacidade de crescimento em diferentes segmentos. “O banco tem suas linhas de financiamento. Na parte de renda variável, temos uma área voltada para as empresas de capital fechado. Ao todo, são 193 companhias apoiadas por nós, sendo 114 pequenas e médias. Destas, 106 têm a inovação como atividade fim, em qualquer segmento. São R$ 2 bilhões em investimentos aprovados até o momento”, diz ele, adiantando que, no caso das médias empresas, o banco entra como investidor direito e, quando são muito pequenas, via participação em fundos.

São estes fundos que apoiam o desenvolvimento das chamadas empresas-sementes, atualmente 36, a maioria de TI. E é para encontrar as melhores iniciativas e injetar recursos que existe dentro do banco o Fundo de Investimento em Participações Criatec, voltado para empresas inovadoras de pequeno porte ou start-ups com forte perfil inovador.

“Já tínhamos o Criatec I, que tem 36 empresas em sua carteira e conta com compromissos de aportes do BNDES de R$ 80 milhões e outros R$ 20 milhões do Banco do Nordeste do Brasil. Lançamos, no início do ano, o Criatec II que já tem um gestor nacional e patrimônio comprometido de, no mínimo, R$ 170 milhões, com participação de até 80% do BNDES. No final do ano abriremos o Criatec III”, diz.

SOLUÇÕES & OPORTUNIDADES

? O Sebrae, em parceria com a Fundação Nacional da Qualidade (FNQ), recebe até 31 de julho as inscrições para o Prêmio Sebrae Mulher de Negócios. De acordo com a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor (GEM) 2013, pela primeira vez as mulheres são maioria entre os novos empreendedores. “As mulheres estão conquistando mais espaço no mercado. Prova disso é que aumentou a sua participação no empreendedorismo”, diz o presidente nacional do Sebrae, Luiz Barretto.

? Recém-lançado, o Comida de Rua, projeto do Sebrae em parceria com o Sesi, prevê qualificar 2.400 microempreendedores individuais do comércio de alimentação fora do lar até o final de julho. A iniciativa utiliza a metodologia do Cozinha Brasil, programa de educação alimentar do SESI que difunde boas práticas de alimentação saudável.

? De cordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF), 30% das marcas brasileiras já estão em cidades do interior. Segundo Paulo César Mauro, diretor-presidente da Global Franchise, marcas consolidadas em grandes centros são as que mais procuram cidades menores.

Lunablu planeja abrir 30 franquias este ano

De olho nos resultados de pesquisas que apontam o gasto médio de R$ 125 mensais pelas brasileiras no cuidado com as madeixas, a rede de salões Lunablu, especializada em cabelos cacheados, resolveu apostar na franquia em cidades com menos de 300 mil habitantes. A meta deste ano é abrir 30 unidades.

Troca de óleo delivery estreia no franchising

A Doutor Lubrifica, serviço delivery de troca de óleo e de filtros de óleo e ar para carros, se rendeu ao franchising e abriu sua primeira franquia em Taubaté, interior de São Paulo. O foco agora é chegar às capitais do país com a abertura de 49 franquias móveis. O investimento é de R$ 37 mil.

Comida japonesa agora em loja física

O Let’Sushi, delivery de comida japonesa, abre sua primeira loja física em julho e entrará no mercado de franquias em setembro, na Rio Franchising Business, com os formatos de restaurante, microfranquia de refeições prontas e delivery.

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