Startups formadas por ao menos um aluno ou ex-aluno da universidade vão receber, de forma gratuita, qualificação, orientação e estrutura para colocar seus projetos em prática

Por O Dia

Capacitação, mentoria e infraestrutura são oferecidas em um espaço de 800 m2 em meio ao Porto Maravilha, no Centro do Rio de Janeiro, para aqueles que desejarem colocar em prática seus projetos empreendedores. Tudo de forma gratuita. As oportunidades são dadas pelo Núcleo de Aceleração e Valorização da Estácio (Nave), que tem inscrições abertas para todos o Brasil até as 23h59 de hoje, pelo site www.estacio.br/startupnave.

“Uma das missões da Estácio é a empregabilidade do aluno. Mas não queremos apenas encontrar trabalho para eles, desejamos mostrá-lhes a possibilidade de empreender e ainda gerar empregos para outros. Esse pensamento está alinhado com o nosso objetivo,” explica

Renata Salvini, coordenadora de Inovação da Nave.

O ciclo começa em fevereiro e vai até julho. A ideia neste ano é dobrar o número de vagas em relação à primeira turma, concluída em 2014, que tinha dez grupos. O programa tem apenas dois únicos pré-requisitos: um dos integrantes do grupo inscrito tem que ser aluno ou ex-aluno da Estácio; e o projeto precisa ser escalável, ou seja, tenha a possibilidade de crescer rapidamente.

“O nosso foco não são as startups já maduras, mas as empresas iniciantes. Somos uma pré-aceleradora”, diz Renata.

Durante o período do projeto os grupos selecionados vão participar de três etapas. No primeiro mês ocorre a formação, em que os futuros empreendedores serão capacitados e qualificados por meio de um plano de ação personalizado, análise de cenários, resoluções de problemas e soluções, entre outras atividades.

A segunda fase é a do lançamento, em que é desenvolvido o Mínimo Produto Viável - protótipo funcional para testar a aceitação no mercado. Por último, a etapa da órbita, em que se prepara a futura empresa para a atuação direta no campo profissional. Nesse momento, os grupos decidem como seguirão adiante, se vão participar de outras aceleradoras, se vão concorrer a programas de fomento ao empreendedorismo ou até mesmo se vão continuar sozinhos. Eles ainda terão a possibilidade de realizar um encontro com investidores, no chamado Demo Day.

“A gente espera que com a dedicação delas nesses cinco meses, os grupos consigam o que pretendem. Queremos formar uma nova geração de empreendedores. Pode até ser que aqui no programa eles não acertem com essa startup, mas acreditamos que eles levem o aprendizado para vida. É como uma escolinha de futebol que vai revelar os próximos craques da seleção.”

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