Unidade hospitalar tem dívida de R$ 12 milhões. Local é referência no tratamento de Aids e cargas virais

Por O Dia

Rio – Na manhã desta quarta-feira, cerca de 60 pessoas entre médicos, estudantes e funcionários da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) fizeram um protesto contra as condições atuais da instituição, em frente ao hospital universitário Gafrée Guinle, na Tijuca, Zona Norte do Rio.

Gafrée Guinle tem déficit de R%24 12 milhões Divulgação

O local é referência no tratamento de Aids e de tratamentos virais, e passa por uma grave crise econômica. A instituição não está recebendo os repasses do Governo Federal. Na próxima semana o hospital da UniRio deverá receber uma verba estimada em R$ 4 milhões de reais. Sem esse dinheiro a instituição poderá fechar. O Gafrée Guinle conseguiu renegociar o prazo para o pagamento das contas atrasadas para a próxima quarta-feira, prazo que o Ministério da Educação (MEC) ficou de repassar o valor através do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf).

De acordo com o diretor-geral do HUGG, Fernando Fery, 3.800 pacientes com Aids e outros 2.500 com algum tipo de carga viral são tratados no local. Ainda segundo Fery, o hospital universitário recebe mensalmente R$ 2 milhões de reais. No entanto, os gastos por mês são superiores a R$ 3 milhões. O déficit atual do Gafrée Guinle é de R$ 12 milhões de reais.

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