Conta Social: Destino nobre ao lixo eletrônico

Escola no Rio vem ensinando crianças a exercer papel ativo na busca por soluções e alternativas para o desenvolvimento sustentável

Por O Dia

Rio - A cada ano são geradas até 41 milhões de toneladas de lixo eletrônico, aponta o Relatório do Programa da ONU para o Meio Ambiente (PNUMA), divulgado em 2015. Este número pode chegar a 50 milhões de toneladas já em 2017. O documento recomenda o tratamento e descarte apropriado desses resíduos para evitar possíveis danos à saúde e também reduzir custos relacionados. O que fazer, então, com impressoras, computadores, celulares, tablets e outros dispositivos que parecem infinitos, mas que têm vida útil limitada e acabam virando lixo?

Escola do Rio vem ensinando as crianças a exercer um papel ativo na busca por soluções e alternativas para o desenvolvimento sustentávelDivulgação

Uma escola do Rio vem ensinando as crianças a exercer um papel ativo na busca por soluções e alternativas para o desenvolvimento sustentável. O aprendizado dos alunos do Centro Educacional Miraflores inclui o lixo eletrônico. Para isso, uma grande campanha de reciclagem envolvendo crianças, famílias e funcionários aconteceu nas unidades Laranjeiras e Barra da Tijuca.

O mutirão para coleta de lixo eletrônico resultou em mais de 240 quilos de equipamentos como CPUs, monitores, teclados, mouses, cabos, fios, estabilizadores, periféricos, impressoras, máquinas copiadoras e scanners, entre outros tipos de eletrônicos. Todo o material recolhido foi entregue à Coopama, cooperativa especializada no gerenciamento desses resíduos, que ajuda a reduzir os impactos ambientais. Uma lição e tanto.

Palmito é cultivado no Sul do Estado

Típica da Mata Atlântica, a palmeira juçara está na Lista Oficial de Espécies Ameaçadas de Extinção por causa da extração clandestina do seu palmito, com o sacrifício da árvore, mesmo antes de sua frutificação. Para permitir a exploração sustentável do fruto, a empresa Juçaí, que atua na Serrinha do Alambari, em Resende, Sul Fluminense, plantou 200 mil árvores na região no ano passado. Um terço (33%) dos frutos são deixados nas palmeiras para garantir a alimentação da fauna. Parecido com o popular açaí, o palmito Juçaí não usa fertilizantes sintéticos, agrotóxicos ou transgênicos. O produto é vendido no Rio na rede de lojas Via Verde.

Palmito é cultivado no Sul do EstadoDivulgação

Boas ações em dia

Com seis unidades no Rio, a Cruzada do Menor já atende mais de 700 crianças e 80 idosos. Dois centros de capacitação já formaram mais de 2 mil alunos e 400 crianças e adolescentes receberam aulas de vôlei, judô, futebol e capoeira.

Com foco em sustentabilidade, a Plurale (revista e site) faz nove anos e lança canal no You Tube, a TV Plurale. A jornalista Sônia Araripe entrevista quem faz a diferença. Vida longa à Plurale.

Jovens artistas de comunidades carentes do Rio e São Paulo participam hoje, no CasaShopping, do 30º Art Battle Brasil. A renda do leilão das obras produzidas na batalha de pintura ao vivo vai para o Retiro dos Artistas.

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