Sobrevivente de chacina em Realengo trava batalha para manter tratamento

Família da jovem quer que a Prefeitura do Rio mantenha com regularidade o envio de fraldas, transporte médico e pague o tratamento de fisioterapia em São Paulo

Por O Dia

Rio - Sobrevivente da chacina da Escola Municipal Tasso da Silveira Thayane Tavares Monteiro, 19 anos, atingida por três tiros que a deixou paraplégica, trava batalha com a Prefeitura do Rio para manter os custos do tratamento. No novo round, o desembargador Adolpho Andrade Mello, da 9ª Câmara Cível, decidiu que a jovem deve ser submetida à nova perícia.

A família da jovem quer que a Prefeitura do Rio mantenha com regularidade, por exemplo, o envio de fraldas, transporte médico e pague o tratamento de fisioterapia em São Paulo em torno de R$ 3 mil por sessão. O advogado João Tancredo, defensor de Thayane, sustenta que um dos estopins do recurso foi porque o município parou de fornecer os medicamentos.