Agente que supervisionou detenta nega briga com funcionários

Por O Dia

Rio - A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) abriu sindicância para apurar a morte de Gisela Trajano de Oliveira, 33 anos, no Complexo de Bangu, quarta-feira. O procedimento padrão não se deve à denúncia, nas redes sociais, de que a detenta teria sido vítima de agentes penitenciários após ameaçá-los de morte e se recusar a usar algemas, como O DIA publicou ontem.

A Seap afirma que Gisela morreu em decorrência de um aneurisma grave e ficou internada no Hospital Dr. Hamilton Agostinho Vieira de Castro, dentro do complexo, após ser operada em um hospital em Laranjeiras. A presidiária morreu no mesmo dia em que foi transferida para Bangu. A reportagem entrou em contato com a Seap no domingo, mas, até o fim do expediente da secretaria, não tinha recebido resposta. O agente penitenciário Cesar Dória, que supervisionou Gisela, negou que a presidiária tenha brigado com profissionais da Seap no dia de sua morte. “Não teve briga nem discussão. Ela estava internada com cateter e não chegou a receber alta. Tentamos reanimá-la por 50 minutos. Fizemos o possível para salvá-la". 


Últimas de _legado_Notícia