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A Petrobras conseguiu derrubar parte do acordo trabalhista - homologado pelo juiz Epilogo Pinto Medeiros - que liberava R$ 3,5 milhões direto para o caixa da Personal Service Recursos Humanos e Assessoria Empresarial Ltda. O dinheiro voltou a ser bloqueado por ordem da desembargadora Giselle Bondim Lopes Ribeiro. A magistrada entendeu, como alegou a Petrobras, que a liberação da verba causaria prejuízo a centenas de trabalhadores que não aderiram ao acordo fechado com 1.458 funcionários que receberão em 14 parcelas. As indenizações variam de R$ 4 mil a R$ 66 mil. E mais: que a empresa pública ainda poderia ser responsabilizada no futuro por dívidas trabalhistas não quitadas. O Ministério Público do Trabalho também foi contra pontos relevantes da negociação na Coordenadoria de Apoio à Efetividade Processual (Caep), mas o procurador João Carlos Teixeira defende que não houve irregularidade. O próximo martelo será da Seção Especializada em Dissídios Individuais II.

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