JORNALISMO: PROFISSÃO EM QUE NÃO SE MORRE DE TÉDIO

Por O Dia

Terça-feira, no Tom Brasil, em São Paulo, foi realizada a festa do Comunique-se, que anualmente premia os melhores do jornalismo.

Um evento que é sempre importante para o calendário, por ser rara a oportunidade, talvez única, de se reunir num só lugar tão ilustres representantes da imprensa brasileira.

Até como rotina, nesses últimos anos, Ricardo Boechat saiu de lá carregado de tantos e tão merecidos troféus, por sempre se sair vencedor em várias categorias.

Mas prêmio mesmo foi ouvir uma sua declaração, ainda nos bastidores da cerimônia, dizendo que "o jornalismo é uma profissão fascinante. Ela é arrebatadora, envolvente e apaixonante, mas que exige de quem resolve trilhar este caminho, a percepção que é construída com o tempo. Muito tempo. Não é uma profissão em que você consegue consolidar posições, biografias, em pouco tempo".

E fechou, fechando: "morre-se de muitas coisas no jornalismo, mas não de tédio. É uma profissão que é um grande presente para quem quer viver". Nada a acrescentar.

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