01 de janeiro de 1970
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'Super ser humaninho'

Por O Dia

Ele chegou de Jackson Five, encarnou Mustafary e contou os babados do Marco Luque. Ele, mais querido do Brasil, bomba nas noites de sábado e nos fala hoje um pouquinho da sua intimidade, novidades e dos sonhos, que são muuuuitos.

Fale um pouco sobre você.

Sou um cara que sempre sonhou em atingir o maior número de pessoas com o meu trabalho. Me dedico para atingir esse objetivo, pois sempre foi um desejo levar meu humor para alegrar e divertir a vida das pessoas. A TV é um meio que me proporciona isso, me ajuda a propagar meu trabalho. Pessoalmente falando, sou superfamília, adoro estar com minhas filhas, Isadora e Mel, e minha esposa, Flávia Vitorino. Amo brincar com minhas filhas. No mais, estou vivendo uma fase muito bacana da minha vida, colhendo os bons frutos de tudo que batalhei muito para plantar. Só tenho a agradecer.

Momento profissional?

É um dos melhores momentos da minha carreira, estou adorando fazer parte desta família tão parceira e unida que é o 'Altas Horas'. É uma experiência maravilhosa e uma ótima oportunidade como humorista, cheia de aprendizados que levarei para sempre. Também tem a estreia da 'Escolinha', que estou muito feliz de participar e ansioso para o lançamento de dois filmes que gravei no ano passado, 'Talvez Uma História de Amor', de Rodrigo Bernardo; e 'O Homem Perfeito', de Marcus Baldini. O meu canal no Youtube e o envolvimento de maneira geral nas redes sociais está tudo muito bem e só tenho a agradecer.

Como foi o convite para trabalhar na TV Globo?

Veio do próprio Serginho.

Como é trabalhar com ele?

Serginho é um amigo de longa data, uma pessoa pela qual tenho profundo respeito e admiração. A nossa sintonia é ótima, o que acaba contagiando todo o ambiente. Estou adorando todo esse momento que estou vivendo no programa 'Altas Horas'.

Como se descobriu no humor?

Tenho afinidade com o humor desde muito pequeno. Em sala de aula, costumava fazer imitações para divertir os meus colegas. Até os professores achavam graça. Também usava o humor como forma de interagir mais com as pessoas porque eu era muito tímido.

Maior desafio da carreira foi?

Trabalhando com arte, temos desafios constantemente. Encarar uma plateia lotada sempre é um desafio.

Quantos personagens criou? Qual deles bomba?

São mais de 12 personagens. O Mustafary e o Jackson Five caíram no gosto do público. O Mustafary foi criado há muitos anos para uma apresentação do 'Terça Insana', depois ganhou ainda mais destaque em outro espetáculo, o 'Labutaria'. Para a criação dele, eu procurei trazer traços e características do povo do Norte e do Nordeste, aquele jeito de falar sereno, a preocupação com o meio ambiente, o estilo de vida sustentável, a paixão pelo reggae, entre outras. Já para o Jackson Five, a minha inspiração foi o namorado de uma amiga, as características são de um paulistano, que fala sobre as dificuldades de viver em uma grande metrópole, seja pelo trânsito ou pelo estresse do dia a dia, mas sempre de forma bem-humorada. Este personagem também começou a fazer sucesso na apresentação 'Terça Insana'.

Momento calça justa?

Quando uma piada não é entendida e temos que seguir adiante, às vezes a plateia nem percebe, mas eu sinto um pequeno momento de embaraço (risos).

O que te tira o sono?

A falta de sensibilidade e preocupação das pessoas, uma com as outras, hoje em dia. Não vejo mais aquele respeito, aquele sentimento de empatia e solidariedade. Hoje isso é muito raro, infelizmente.

Novidades?

Amanhã estreia a nova temporada da 'Escolinha do Professor Raimundo', no Viva, e vou interpretar o Nerso da Capitinga. Estou muito ansioso. Além disso, estarei em dois longas-metragens a serem lançados ainda este ano: 'Talvez Uma História de Amor', de Rodrigo Bernardo; e 'O Homem Perfeito', de Marcus Baldini.

O que mais gosta da paternidade?

Quando nos tornamos pais, aprendemos muito no dia a dia com os nossos filhos, a troca de experiências, essa relação de amor, respeito e as conversas, é muito legal. Adoro passar o tempo com as meninas, Isadora e Mel.

Família é?

É a base de tudo. Sem elas, eu me desestabilizaria.