Mulher é assassinada em bar no Recreio e ex-namorado é o supeito

Testemunhas contaram que vítima discutiu com o assassino antes de ser morta a tiros

Por O Dia

A Delegacia de Homicídios da Capital (DH) procura o suspeito de matar a ex-namorada em um bar no Recreio, na Zona Oeste, na madrugada de ontem. Ginderly André dos Santos, de 37 anos, foi atacada na Rua Gilka Machado, e o autor dos disparos que, segundo testemunhas, é advogado fugiu.

De acordo com a DH, os agentes foram até a casa do suspeito e apreenderam uma arma. A delegacia também pediu a expedição do mandado de prisão do acusado dos disparos, mas até o fechamento desta edição não havia sido concedido.

Testemunhas que estavam no local prestaram depoimento ao longo da tarde de ontem. De acordo com os relatos, a vítima chegou ao local antes do ex-namorado. Em seguida, ele apareceu com uma nova namorada. Ginderly teria ido tirar satisfação com o homem e os dois discutiram, chamando a atenção de outros clientes.

Em meio ao bate-boca, o suspeito saiu do bar para buscar uma arma. Ele retornou e logo atirou na vítima.

Nas redes sociais, amigos e parentes de Ginderly lamentaram a morte da mulher. "Sempre foi muito humilde e simpática. Que Deus te coloque em bom lugar", escreveu um deles. "Quando ouvir o seu nome, a lembrança será de uma pessoa do bem e alegre", afirmou outro. "Que a Justiça dos homens te vingue, a covardia que fizeram com você não ficará impune", reforçou mais um internauta.

Dona de bar morta por PM

Outro assassinato de uma mulher em bar na Zona Oeste, na madrugada de ontem, está sendo investigado pela DH. Maria Bernardete Ramos de Paiva, de 57 anos, era dona do estabelecimento, na Taquara, e foi foi surpreendida pelo soldado da PM Hugo Leonardo Silva de Carvalho, de 32 anos, que deu três tiros na vítima: um na nuca e dois na cabeça. Ela morreu na hora.

O militar, que era frequentador do bar, foi preso em flagrante e apresentado à DH. Ele ainda tentou fugir, mas foi detido. Com o militar foram encontrados um coldre e oito balas calibre 38. A Polícia Civil informou que o soldado estava afastado por motivos psiquiátricos, mas a PM negou essa informação. Testemunhas foram ouvidas na especializada e relataram o crime.

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