DOIS DEDOS DE PROSA

Por O Dia

Rawlson de Thuin, cirurgião plástico

Fale um pouco do seu trabalho.

Sou cirurgião plástico graduado no serviço do professor Ivo Pitanguy, professor da UniRio, do Instituto Carlos Chagas e da Universidade Santa Úrsula. Temos 20 residentes se especializando conosco.

O que é mais difícil no dia a dia com os pacientes?

O mais difícil na minha profissão ainda é não poder oferecer técnicas que ainda não temos bons estudos confirmados.

Quais são os procedimentos mais comuns em sua especialidade?

Os procedimentos mais comuns são o face lifting, cirurgia de aumento e redução das mamas, pálpebras e lipoescultura.

Em que momento sua carreira decolou?

O momento que minha carreira decolou foi quando fui diretor e fundador do centro de anomalias craniofaciais do estado do Rio de Janeiro, onde ajudamos centenas de pacientes necessitados sem custo algum.

Momento saia justa?

Uma saia justa foi tratando de uma primeira dama de um país da América do Sul. Eu tive que atendê-la no Palácio. E fiz da mesa da sala de jantar uma maca. Os seguranças circulavam pelos jardins sem entender nada...

Qual o futuro da cirurgia plástica?

O futuro da minha área é a cirurgia robótica, onde teremos grande auxílio da tecnologia.

Conte uma novidade de sua especialidade.

A área de laser de última geração, como o laser de CO2. É um procedimento realizado na minha clínica, que renova a pele, retirando rugas, manchas, cicatrizes e aumentando a quantidade de colágeno.

Um sonho?

Um sonho é poder ajudar centenas de pacientes sem recursos com sequelas de queimaduras.

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