Ar-condicionado terá que ser mais eficiente no consumo de energia

Propostas servirão para melhorar desempenho dos equipamentos

Por O Dia

Os aparelhos de ar-condicionado terão que ser mais eficientes. O Ministério de Minas e Energia vai anunciar proposta para exigir que os equipamentos tenham melhor desempenho energético. Os fabricantes estão de acordo com as novas normas, que, se aprovadas, eliminarão do mercado cerca de 40% dos modelos atuais. Mas especialistas ouvidos pela Agência Estadão Conteúdo classificam o nível de rigor como "tímido" em relação à tecnologia já dominada por fabricantes que atuam no país e a parâmetros adotados em outros lugares.

O movimento para tornar a regulamentação do eletrodoméstico mais exigente vai ao encontro da recente discussão no governo sobre o fim do horário de verão. Segundo um estudo do ministro, a hora adiantada na época mais quente do ano não resulta mais em economia de energia, e o consumo energético gerado pela popularização dos aparelhos de ar-condicionado é uma das principais razões por trás disso.

Hoje, condicionador de ar tipo "split" precisa ter coeficiente de eficiência energética de, pelo menos, 2,6 para ser comercializado no país. O Comitê Gestor de Indicadores de eficiência propôs elevar a 2,81 e, depois, 3,02. A proposta estipula exigência para aparelhos de janela.

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