A ÚLTIMA CHANCE

Por O Dia

Reinaldo Rueda observa o treino ao lado do auxiliar Bernardo Redin, no Ninho do Urubu
Reinaldo Rueda observa o treino ao lado do auxiliar Bernardo Redin, no Ninho do Urubu - Gilvan de Souza/Flamengo

O que resta a Flamengo e Fluminense na temporada é brigar para permanecer vivo na Copa Sul-Americana. Convenhamos que é pouco por se tratar de um torneio de segunda linha, tipo prêmio de consolação para alguns eliminados da Libertadores, mas é o que sobra para a dupla depois de um ano de fracassos. O Fluminense pode se agarrar à crise financeira que o impediu de investir forte, obrigando Abel Braga a se virar com a garotada de Xerém, para explicar o insucesso. O caso do Flamengo de Reinaldo Rueda (foto) é diferente. Poucos gastaram tanto com contratações, se dando ao luxo inclusive de importar Conca da China para não usar. A folha salarial milionária não se reflete em resultados, mostrando que dinheiro não joga. Por tudo isso, os torcedores de Flamengo e Fluminense têm muito mais a lamentar do que a comemorar com esta Sul-Americana. O vencedor do duelo, que começará hoje à noite, no Maracanã, apenas sobreviverá ainda terá duas duras etapas a cumprir.

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