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O número de vítimas fatais do maior atentado a bomba da história da Somália, ocorrido no último sábado subiu para 231 pessoas, declararam autoridades locais. Outras 275 pessoas ficaram feridas.

O atendimento médico não deu conta, durante o domingo, do volume expressivo de feridos. Autoridades ainda temem que o número de fatalidades do ataque no centro de Mogadiscio, a capital do país, pode aumentar. Famílias seguem e equipes de resgate seguem vasculhando escombros no trabalho de busca por desaparecidos.

Os Estados Unidos condenaram o ataque na Somália. "Ataques covardes como este revigoram o compromisso dos EUA em ajudar nossos parceiros africanos no combate ao terrorismo", diz comunicado.

A explosão ocorreu dois dias após um encontro entre o chefe do Comando dos EUA na África e o presidente da Somália e também dois dias depois do ministro da Defesa e do chefe do exército do país renunciarem por motivos não revelados.

VÁRIOS ATAQUES

A Somália é um dos países que mais registram ataques terroristas no mundo. Os integrantes do grupo Al Shabab estão tentando derrubar o governo central, que é apoiado pela ONU e pela União Africana. Acontecem constantemente ataques a bases militares e alvos civis.

Neste ano, militares norte-americanos intensificaram ataques de drone e outros esforços contra o Al-Shabab no país.

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