Queimados pede segurança

Por O Dia

Guerra entre milícia e traficantes ou ataque homofóbico são as duas principais linhas de investigação sobre os disparos que mataram duas pessoas e feriram sete em Queimados, domingo.

Um homem em um carro atirou contra pessoas em um bar. Testemunha disse que ouviu que o ataque foi represália de traficantes à parada LGBT da região.

Ontem, em reunião com o governador Luiz Fernando Pezão, o prefeito de Queimados, Carlos Vilela, pediu reforço no policiamento.

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