Orgulho da profissão eternizado no corpo

Por O Dia

Profissionais também encontram na tatuagem a melhor forma de eternizar o orgulho por suas atividades. É o caso do cardiologista Rogério Moura, 36, coordenador do Serviço de Hemodinâmica do Hospital Balbino, em Olaria, que gravou no braço o primeiro cateterismo do mundo, de 1929. A dedicação ao ofício lhe rendeu o título de hemodinamicista mais jovem do Brasil, com 36 mil procedimentos e nenhum óbito.

"Tinha que marcar bem minha gratidão pela medicina", resume.

A manicure Lidiana Alves, 30, do Salão Werner, no Barra Shopping, tatuou um alicate e espátulas de unha. "Amo o que faço. E demonstro isso sem falar nada".

O tatuador Thiago Luz dá dicas: "Tenha certeza se o profissional tem experiência com trabalhos mais complexos; a origem dos pigmentos e se as agulhas são descartáveis e/ou esterilizadas".

A psicóloga e psicanalista Márcia Modesto afirma que idolatrar famosos é comum. Mas adverte para excessos que podem desencadear patologias a partir do fanatismo. "É quando a pessoa perde a própria identidade para viver num mundo irreal", alerta a psicanalista.

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