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Por O Dia

A Associação de Moradores da Rocinha, segundo o presidente Carlos Eduardo da Silva, está desenvolvendo um projeto com a RioTur para fomentar iniciativas turísticas partindo de dentro da própria comunidade: "Queremos padronizar e moralizar as visitas aqui. As empresas turísticas de fora não têm vínculo com a favela, não se comunicam com a gente, isso é um problema". Ele também lamentou a morte da turista espanhola na comunidade. "Ficamos ainda mais sentidos porque não é comum isso acontecer, os turistas visitam muito a Rocinha, gostam, indicam para os amigos", explicou.

A tragédia também gerou preocupação no setor hoteleiro das favelas. Bianca Lima, sócia do Babilonia Rio Hostel, ressaltou a importância do segmento: "Apesar da tristeza com a tragédia, não dá para impedir o turismo nas favelas, fazemos parte da cidade, é um setor que sustenta diversas famílias". Segundo ela, os turistas são atraídos pela curiosidade e pelos preços acessíveis: "Tem vistas lindas, preços menores, além das pessoas realmente quererem conhecer a favela, sabendo que é um lugar rico em cultura, com histórias e pessoas legais, um lugar normal da cidade".

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