Admar alega ter se defendido - Fabio Rodrigues Pozzebom/Ag. Brasil/09.06.17
Admar alega ter se defendidoFabio Rodrigues Pozzebom/Ag. Brasil/09.06.17
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A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Admar Gonzaga por lesão corporal resultante de violência doméstica contra a mulher, Élida Souza Matos.

A notícia do crime foi feita pela própria Élida, em boletim de ocorrência registrado em 23 de junho, em Brasília, com realização de exame de corpo de delito horas depois, porém, ela decidiu fazer retratação.

Mesmo assim, o caso seguiu no Supremo, onde ministros do TSE têm foro. De acordo com laudo, houve "ofensa à integridade corporal ou à saúde", e o meio que produziu essa ofensa foi "contundente". A mulher do ministro alegou ter sido agredida com empurrões.

Em outubro, Admar Gonzaga enviou manifestação ao STF se defendendo da acusação. De acordo com Gonzaga, a mulher havia recebido a notícia de uma doença, havia bebido vinho sem se alimentar, e uma crise de ciúmes acabou desencadeando a briga entre os dois. Admar confirmou que empurrou a mulher, mas disse que o fez em sua defesa e "que o movimento não foi empregado como meio deliberado de agressão". Segundo ele, seus movimentos foram em defesa própria. O ministro anexou na manifestação fotos de seu rosto após suposta agressão de Élida. Ele afirmou que tenta reconciliação com a ex.

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