Publicado 06/11/2017 15:30 | Atualizado 06/11/2017 22:34
A advogada alega que além de ser presa, foi torturada psicologicamente e ainda teve seus pertences apreendidos ao pedir para ver o inquérito contra o cliente. A ação contra a arbitrariedade e ilegalidade foi proposta pela Comissão de Prerrogativas, da OAB-RJ.
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