01 de janeiro de 1970
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Superaquecimento dos freios: como funciona

Por O Dia

- luiza erthal

Quando um carro entra em movimento, uma certeza podemos ter. Se não estamos em um filme de Hollywood, ele com certeza voltará ao repouso em algum momento. Física pura, não é mesmo? O funcionamento desse sistema, seja nos freios a disco ou tambor e sapatas, é baseado em atrito, fricção, ou seja, é baseado na geração de calor.

Para a eficiência dos freios, o sistema deve estar aquecido. Calor de menos provoca ineficiência do sistema, da mesma forma que o superaquecimento, tema central deste post, pode provocar falha total nos freios, o que pode provocar acidentes graves.

Em excesso. O freio com temperatura em excesso danifica seus componentes, como pastilhas e discos, além das lonas e sapatas, e ainda pode perder a capacidade de frenagem. Os rolamentos são totalmente comprometidos, o que pode provocar travamento do sistema, um verdadeiro perigo para quem está no veículo. Manter o carro revisado e em ordem é essencial para evitar este tipo de problema.

Superaquecimento pode danificar os talões dos pneus. O talão do pneu é a parte que entra em contato com as rodas, que, por sua vez, estão recebendo um calor muito acima do normal com o superaquecimento do sistema de freios. Esse pneu possui uma temperatura máxima de trabalho. A partir do momento em que essa temperatura se excede, rachaduras começam a aparecer nos pneus, o que pode provocar um estouro subsequente que, em velocidade, pode ser causa de um acidente grave.

Para não ficar em risco, a cada 5 mil km faça uma revisão nas pastilhas. Não deixe de verificar as lonas e sapatas também, e é importante ressaltar que esse mecanismo tende a superaquecer com mais facilidade. Ou seja, carros com freios na traseira a tambor, o mais normal, devem ter cuidados, por exemplo, na descida de ladeiras.

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