Dor no colégio das vítimas em Rosário

Por O Dia

Ricardo Berlot, professor dos cinco argentinos mortos, na frente da Escola Politécnica de Rosário
Ricardo Berlot, professor dos cinco argentinos mortos, na frente da Escola Politécnica de Rosário - AFP/STRINGER

Cinco dos falecidos são argentinos, parte de grupo de dez amigos que comemoravam 30 anos da formatura na Escola Politécnica da cidade de Rosário. Outro deles está na UTI e ainda não sabe o que aconteceu, disse o cônsul argentino Mateo Estremé.

Os amigos passeavam em pares de bicicleta quando "ouviram o barulho de uma caminhonete e não tiveram tempo de reagir, começaram a ser atropelados", contou Estremé.

Alunos do instituto começaram o dia com um minuto de silêncio em sua homenagem. "A primeira coisa é tristeza. Essa sensação de que nunca vai acontecer nada com alguém saído da Argentina, e estando longe das guerras e do terrorismo...", disse Laura Racca, ex-aluna da turma de 1985.

O presidente Mauricio Macri lamentou o incidente. "Cinco jovens empreendedores, protagonistas da sociedade rosarina, imagino que com lindas famílias, é algo que nos atinge muito,, disse Macri ao abrir um fórum financeiro em Buenos Aires.

Uma mulher belga e dois americanos também morreram. Do total de 12 feridos, nove seguem no hospital.

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Ricardo Berlot, professor dos cinco argentinos mortos, na frente da Escola Politécnica de Rosário AFP/STRINGER

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