O moço de chapéu não era um cantor sertanejo, como pode sugerir a foto; é Altemar Dutra, aos 30 anos, em fevereiro de 1971. Um fenômeno da música romântica, ele chegara 14 anos antes ao Rio para realizar o sonho da carreira de cantor. A vinda não foi em vão. Naquele ano, já tinha conquistado a América Latina e gravou com sucesso as canções Que será?, de Sebastião Ferreira da Silva, Fontana e Migliacci, e Bloco da solidão, de Jair Amorim e Evaldo Gouveia. Altemar morreu jovem, aos 43 anos, em 1983.q - Arquivo O DIA
O moço de chapéu não era um cantor sertanejo, como pode sugerir a foto; é Altemar Dutra, aos 30 anos, em fevereiro de 1971. Um fenômeno da música romântica, ele chegara 14 anos antes ao Rio para realizar o sonho da carreira de cantor. A vinda não foi em vão. Naquele ano, já tinha conquistado a América Latina e gravou com sucesso as canções Que será?, de Sebastião Ferreira da Silva, Fontana e Migliacci, e Bloco da solidão, de Jair Amorim e Evaldo Gouveia. Altemar morreu jovem, aos 43 anos, em 1983.qArquivo O DIA
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Publicado 02/12/2017 18:50 | Atualizado há 3 anos

O moço de chapéu não era um cantor sertanejo, como pode sugerir a foto; é Altemar Dutra, aos 30 anos, em fevereiro de 1971. Um fenômeno da música romântica, ele chegara 14 anos antes ao Rio para realizar o sonho da carreira de cantor. A vinda não foi em vão. Naquele ano, já tinha conquistado a América Latina e gravou com sucesso as canções 'Que será?', de Sebastião Ferreira da Silva, Fontana e Migliacci, e 'Bloco da solidão', de Jair Amorim e Evaldo Gouveia. Altemar morreu jovem, aos 43 anos, em 1983.

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