Coronel morto teria sido vítima de assalto

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Por O Dia

Curso de coaching na Casa do Trabalhador da Ilha do Governador
Curso de coaching na Casa do Trabalhador da Ilha do Governador - Divulgação

O resultado da reprodução simulada da morte do coronel Luiz Gustavo Teixeira, feita ontem no Méier, aponta para latrocínio (roubo seguido de morto). O coronel foi assassinado no fim de outubro no Méier. Segundo a Delegacia de Homicídios da Capital (DH), todas as provas colhidas até o momento, como o depoimento de testemunhas, perícia do local e a reprodução simulada, confirmam essa hipótese.

Ainda de acordo com a polícia o objetivo principal da reprodução simulada era descobrir se os criminosos atiraram nas vítimas ao perceberem que havia policiais dentro veículo ou se atiraram contra o carro ao verificarem que os ocupantes estariam se defendendo.

Luiz Gustavo Teixeira foi morto a tiros dentro de uma viatura descaracterizada, na Rua Lins de Vasconcelos, esquina com a Rua Hermengarda, no Méier. O comandante foi o 111º policial militar assassinado no estado em 2017. O número já subiu para 116 após a sua morte.

O coronel Teixeira estava na corporação há 26 anos e à frente do 3º BPM há um ano e seis meses. Ao saber do crime vários moradores e representantes do bairro foram ao hospital onde ele foi atendido. Ele trabalhou na Secretaria de Estado de Segurança de 2011 a 2014.

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