Morador pede a ampliação do programa

Por O Dia

O Secretário municipal de Assistência Social e Direitos Humanos, Pedro Fernandes, ressaltou que será criado um mutirão que irá atuar pelo menos uma vez por semana no acolhimento de pessoas em situação de rua na Zona Sul e no Centro. A vice-presidente do Conselho Comunitário de Segurança de Copacabana, Ângela do Rio elogiou a iniciativa. "As pessoas estão meio desacreditadas, mas eu acho que ao longo do tempo, vendo o resultado do programa, o impacto será muito bom. O bairro vai voltar a ter a vida noturna que sempre teve. Hoje em dia quando você sai à noite, está deserto, com as pessoas trancadas dentro de casa".

A aposentada Marli da Luz Furtado, 71, elogiou o programa. "Copacabana está precisando de reforço policial, pois está muito violento à noite. Mas os bairros do Flamengo e Largo do Machado também precisam ser contemplados", cobrou. A doméstica Araci dos Santos, 70, disse que deixou de sair à noite em Copacabana.

O comerciante Antonio Foicinh, 55, concorda que os bairros carecem de outros serviços. "Não somos contra os ambulantes, eles precisam trabalhar. A prefeitura tem que conservar as calçadas, que estão esburacadas", reclamou. Já a doméstica Cleibiane Cavalcanti, 30, pediu a ampliação do programa. "Todos os bairros precisam de patrulhamento. Só temos a sensação de segurança durante grandes eventos", reclamou.

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