Chiquinho da Mangueira deverá continuar na CCJ

Por O Dia

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro elege hoje o novo presidente do colegiado. O vice-presidente do grupo, deputado Chiquinho da Mangueira (PODE), é o atual presidente em exercício e deverá ser o eleito, segundo deputados ouvidos pela reportagem.

Foi ele quem determinou que a votação da sessão que resultou no parecer pela liberdade de Jorge Picciani, Edson Albertassi e Paulo Melo fosse secreta. A ação foi criticada por membros do Ministério Público Estadual que alegaram falta de publicidade do ato.

Em 2003, a Alerj recebeu o pedido de instauração de processo de cassação do mandato contra o parlamentar. O pedido foi arquivado pela Mesa Diretora da Casa, que tinha o deputado Picciani à frente da presidência. Chiquinho foi acusado pelo então comandante do batalhão de São Cristóvão e atual secretário estadual de Administração Penitenciária, Erir da Costa Filho, de pedir a redução do policiamento no Morro da Mangueira para beneficiar traficantes.

Caso não seja Chiquinho o eleito, outros deputados apostaram no nome de Lazaroni, que assim iria acumular a presidência de duas comissões.

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