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Publicado 11/12/2017 23:32 | Atualizado 28/12/2017 15:31

O juiz Alexandre Abrahão, do 3º Tribunal do Júri, decidiu ontem levar para o banco dos réus Ramon Moreira Coutinho, o Sem Nome, acusado das mortes dos flamenguistas Paulo Victor Braga Araújo e Deivison Matheus do Nascimento. Eles foram assassinados a pauladas por um grupo de vascaínos no mês passado após o jogo do Flamengo x Coritiba, no Maracanã. As vítimas tinham acabado de deixar a estação de trem de Realengo quando foram cercados por pelo menos quatro homens na Rua Bernardo de Vasconcelos. Segundo testemunhas, eles gritavam 'É a Força, toma que essa é de vocês'. Abrahão manteve a decretação da prisão preventiva de Sem Nome, integrante da Força Jovem do Vasco. No interrogatório, ele se reservou o direito de ficar em silêncio. A cultura da violência entre torcidas e o quebra-quebra no último jogo do Flamengo contra o Independiente, da Argentina, pela Copa Sul-Americana, merecem medidas mais que enérgicas por parte das autoridades. Afinal de contas, já passou da hora.

ACABA HOJE,
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PAES RECORRE AO TRE
MANDADOS EM JOGO
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PRORROGAÇÃO
Também sem salário
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CALOTE VASCAÍNO
RUMO À ACELERAÇÃO PROCESSUAL
Felipe Santa CruzReprodução
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A Justiça Federal e a Ordem dos Advogados do Brasil deram as mãos para acelerar a tramitação dos cinco milhões de processos. A partir de março será implantado novo modelo de sistema eletrônico processual. A Ordem vai treinar até junho os advogados que poderão transformar seus processos em procedimento eletrônico na entidade, além de digitalizar quatro mil. A parceria foi selada ontem entre presidente da OAB, Felipe Santa Cruz (foto), o presidente do Tribunal Regional Federal 2, André Fontes, e Corregedora Nizete Lobato.

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