Salários não poderão ser parcelados

Por O Dia

A Alerj aprovou, ontem, o orçamento de 2018 do estado, com déficit previsto em R$ 9,2 bilhões. Mas o que surpreendeu muitos servidores que ocupavam as galerias foi uma emenda do Psol ter passado: a que prioriza o pagamento do funcionalismo e impede o parcelamento de salários. O resultado foi apertado: 22 votos contra 21.

O texto irá à sanção do Executivo. Em caso de veto, o mesmo poderá ser derrubado, posteriormente, pela Alerj. Questionado pela Coluna se irá manter a emenda do Psol, o governador disse que ainda ouvirá a Fazenda e a Procuradoria.

Rejeitada pela Comissão de Orçamento, a emenda voltou a ser defendida no plenário por Eliomar Coelho (Psol). "A Alerj reconheceu que não há o direito de se jogar o servidor na miséria. O servidor não recebeu seu 13º de 2016, está com salários atrasados e em sua casa chegam as contas com juros. Além de o governo não pagar o que deve, não apresenta um cronograma", afirmou.

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