Justiça volta a cancelar polêmica urna 7

Desembargadora invalida votos sob suspeita, e Brant recupera o primeiro lugar. Cabe recurso

Por O Dia

Kelvin sofreu ruptura do ligamento e passou por cirurgia em março
Kelvin sofreu ruptura do ligamento e passou por cirurgia em março - PAULO FERNANDES / VASCO

A novela em que se transformou a sucessão presidencial no Vasco teve mais um capítulo ontem. No entanto, ainda está longe do final. A desembargadora Marcia Alvarenga, da 12ª Câmara Cível, invalidou os votos da polêmica urna 7, e a chapa de Julio Brant voltou a assegurar o primeiro lugar no pleito realizado no dia 7 de novembro com isso, a chapa de Eurico Miranda fica com a segunda posição.

À decisão, porém, ainda cabe recurso e o resultado final da eleição segue sub judice e precisará de outra decisão da Justiça para finalmente ser validado. Mas isso só acontecerá em 2018, devido ao recesso de fim de ano como a decisão foi tomada somente por Marcia Alvarenga, terá de haver o julgamento do mérito pelo colegiado de desembargadores da 12ª Câmara Cível.

A magistrada revogou o efeito suspensivo que havia concedido ao Vasco, quando alegou que uma decisão só poderia ser tomada após a perícia da urna 7, depois de identificar "sérios indícios de que a maioria dos votantes não estaria apta, por não estar em dia com o pagamento de suas mensalidades". Sendo assim, a decisão da juíza Maria Cecília Pinto Gonçalves, de primeira instância, que anulava os votos, voltou a ser validada.

KELVIN RENOVA POR UM ANO

Após oficializar a contratação do meia argentino Leandro Desábato, que estava no Vélez Sarfiseld, a diretoria acertou a renovação do atacante Kelvin, que ficará mais um ano no clube. O jogador, que se recupera de cirurgia no joelho esquerdo, após ruptura do ligamento cruzado anterior, tem os direitos econômicos presos ao Porto, que aceitou prorrogar o seu empréstimo. A volta ao gramados de Kelvin, que jogou apenas 15 partidas pelo Vasco, sem fazer gols, está prevista para março.

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