Dúvida e impasse agitam o Mengão

Redução da pena de Guerrero deixa diretoria sem saber se espera um pouco mais pelo peruano ou se aposta em Fred

Por O Dia

Com a redução da pena, Guerrero poderá defender o Peru na  Copa
Com a redução da pena, Guerrero poderá defender o Peru na Copa - Gilvan de Souza/Flamengo

A redução da pena de Guerrero, de um ano para seis meses, mexe com o planejamento da diretoria do Flamengo. A decisão do Tribunal de Apelação da Fifa alimenta a esperança por uma absolvição, em fevereiro, na Corte Arbitral do Esporte (CAS). Agora, os dirigentes do Rubro-Negro têm uma decisão a tomar: seguir adiante com as negociações para contratar Fred, do Atlético-MG, ou esperar a resolução do caso.

Na avaliação interna, não há opção no mercado melhor do que Guerrero. Por isso, a diretoria se encontra numa encruzilhada, logo no início do planejamento de 2018. No lugar do mapa, no entanto, ela usa o calendário a fim de escolher a melhor alternativa.

Se a suspensão por seis meses for mantida, Guerrero só estaria liberado a partir de 3 de maio. Neste caso, jogaria apenas as duas últimas partidas da fase de grupos da Libertadores. Tal cenário obrigaria os dirigentes rubro-negros a buscar solução emergencial.

Se ficar livre de qualquer punição em fevereiro, no entanto, o atacante teria condições de participar de todas as rodadas da etapa.

A opção menos arriscada pode ser também a mais cara. Se fechar com Fred, o Flamengo garante que terá um centroavante de alto nível no elenco. Porém, caso Guerrero seja absolvido e permaneça na Gávea, o clube teria dois jogadores com custo mensal de cerca de R$ 1 milhão, cada um, na inchada folha salarial hoje em R$ 11 milhões.

O contrato de Guerrero com o Flamengo termina em 10 de agosto de 2018.

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