Redução de custos não passou para a passagem

Por O Dia

O secretário municipal de Transportes, Fernando Mac Dowell, explicou, na CPI dos Ônibus, que chegou à tarifa ideal de R$ 3,09 após pesquisa feita por ele próprio no início do ano. Ele disse que levou em conta aspectos como desonerações tributárias concedidas às empresas.

"O pessoal (empresas) teve uma redução, não precisa pagar vários impostos, como o ISS. Mas quando você aplica (a isenção), deveria reduzir a tarifa", disse Mac Dowell aos vereadores. O gestor mencionou que o acúmulo de funções de motoristas que dão troco gera economia de 4% e que o BRT reduziu custos em 31%.

O engenheiro de transportes Alexandre Rojas, da Uerj, defende que a prefeitura faça uma redivisão de linhas deficitárias e lucrativas para as empresas de forma a garantir o equilíbrio econômico. Ele aponta que um dos motivos do desequilíbrio alegado pelo Rio Ônibus é que algumas empresas concentram muitas linhas deficitárias. A Secretaria de Transportes disse que não estuda a ideia, porque o contrato é firmado com os consórcios, que definem a operação das linhas em cada região. Questionado por que não baixou o preço a R$ 3,09, o órgão não respondeu. Callak disse não considerar declarações de um secretário "ausente há 11 meses".

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