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Jovem morta em condomínio de luxo brigou com o namorado momentos antes do crime

Rapaz se apresentou à polícia para prestar esclarecimentos e não é tratado como suspeito. Ele confessa a briga, mas nega ter cometido o crime.

Por O Dia

Corpo de Gabrielly foi encontrado preso em árvore
Corpo de Gabrielly foi encontrado preso em árvore -

São Paulo - O namorado da jovem Gabrielly Teixeira de Oliveira Santos, de 20 anos, que foi encontrada morta no litoral de São Paulo, se apresentou à Polícia Civil, nesta quarta-feira, e confirmou que brigou com a jovem momentos antes do ocorrido.

A polícia investiga a possibilidade da cena do crime ter sido forjada para simular um suicídio, e a hipótese de homicídio não é descartada. Ele não é considerado suspeito nas investigações e por isso sua identidade não foi divulgada.

Gabrielly foi encontrada morta dentro de um condomínio de luxo, na noite do último sábado. Ela estava pendurada por uma corda que estava amarrada em seu pescoço e pendurada em uma árvore. A garota estava desaparecida há seis dias.

O namorado da jovem não realizou nenhum registro informando o desaparecimento da parceira, bem como não informou à família sobre o ocorrido. Ele se apresentou a polícia após ser intimado, nesta terça-feira, a prestar esclarecimentos.

Segundo informações divulgadas pela TV Tribuna, afiliada da Rede Globo, o jovem admitiu ter brigado com a parceira por ciúmes na noite do Ano Novo, mas negou ter cometido o crime. Os dois estavam na mesma festa, onde o rapaz trabalhava como DJ e ela comemorava o aniversário de 20 anos. Eles saíram juntos do local por volta das três horas do dia 1ª de janeiro e se dirigiram a um hotel no mesmo condomínio.

Inicialmente, a polícia tratou o caso como suicídio, devido ao cenário em que a mulher foi encontrada. Porém, após a realização de exames no Instituto Médico Legal (IML) de Santos, a hipótese foi colocada em dúvida, devido ao fato do nó dado na corda encontrada junto ao corpo não ser o padrão usado em casos deste tipo.

De acordo com a Polícia Civil, os investigadores tratam o caso como misterioso e não descartam qualquer hipótese.

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