Duas mortes por reação à vacina de febre amarela foram registradas na capital paulista

Dores no corpo, de cabeça e febre podem afetar entre 2% e 5% dos vacinados nos primeiros dias após a vacinação e podem durar entre 5 e 10 dias

Por O Dia

febre amarela Vacinação contra Febre Amarela no Pronto Socorro de Imbetiba . Macaé/RJ. Data: 16/03/2017. Foto: Rui Porto Filho
febre amarela Vacinação contra Febre Amarela no Pronto Socorro de Imbetiba . Macaé/RJ. Data: 16/03/2017. Foto: Rui Porto Filho - divulgação

São Paulo - A secretaria Municipal de Saúde de São Paulo contabilizou duas mortes na capital paulista por reação à vacina de febre amarela. Ao todo, há seis suspeitas de mortes de supostas reações à vacina - uma delas foi descartada e outras três estão em investigação. A informação é do jornal Folha de São Paulo.

Os dois casos confirmados, a causa da morte seria por alguma deficiência imunológica que não foi detectada durante a triagem. Um dos casos é de uma idosa de 76 anos, moradora de Ibiúna, que morreu no último dia 16, oito dias após receber a vacina. Ela foi à capital paulista se tratar da reação vacinal.

Pessoas recém-vacinadas podem apresentar reações adversas como dores no corpo, de cabeça e febre podem afetar entre 2% e 5% dos vacinados nos primeiros dias após a vacinação e podem durar entre 5 e 10 dias. A secretaria estima que ocorra um caso a cada 500 mil vacinados.

Só deve tomar a vacina agora quem mora ou trabalha em áreas de risco de São Paulo

As áreas consideradas de risco são: Tremembé, Perus, Anhanguera, Raposo Tavares, Palheiros e Marsilac.

Distritos como Grajaú, Cidade Dutra, Capão Redondo, Pedreira, Guaianases, Parque do Carmo, Lajeado, Iguatemi, São Rafael, São Mateus e Cidade Líder, receberão a dose fracionada entre 25/01 e 17/02:

Segundo a Secretária Municipal de Saúde de São Paulo, n

enhum caso humano de febre amarela adquirida na capital foi confirmado desde janeiro de 2017.

 

 

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