Policia Civil faz devassa na prefeitura e em secretarias da cidade de Belford Roxo. Policiais deixam a prefeitura com malotes de documentos. Estefan Radovicz/Agência O Dia
Por PALOMA SAVEDRA
Publicado 13/01/2018 11:05 | Atualizado 14/01/2018 13:53

Rio - A notícia do pagamento de dezembro de todo o funcionalismo estadual deixou em alerta o pessoal da área de Segurança, que, além do 13º salário de 2017, espera o acerto das horas extras. Oficialmente, o governo não dá prazo para quitar o Regime Adicional de Serviço (RAS), e, ao que tudo indica, a prioridade é a gratificação natalina de todos os servidores, independente da categoria.

Mas, nos bastidores, fala-se que, tão logo entrarem recursos de arrecadação no caixa, os débitos serão quitados. Há ainda a possibilidade de o estado pagar o RAS em fevereiro usando o Fundo Estadual de Investimentos e Ações de Segurança Pública e Desenvolvimento Social (Fised). Isso porque o primeiro envio para o fundo será no próximo mês, "respeitando as normas vigentes dos repasses pela União de Royalties e Participação Especial (PE)", conforme explicou a Secretaria da Casa Civil à Coluna.

De acordo com a pasta, o valor de fevereiro será referente ao mês de dezembro, sendo proporcional ao período em que a PEC (que criou o Fised) foi aprovada. A Casa Civil acrescentou que "os 5% oriundos da arrecadação de royalties e PE do petróleo de áreas do pré-sal que serão direcionados para o fundo, fazem parte de um redirecionamento de recursos que atualmente são destinados ao Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano (Fecam)". O Fecam continuará a receber 5% dos royalties arrecadados no estado.

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A Polícia Civil não informou à Coluna se ainda há horas extras pendentes aos agentes ou se tudo já foi quitado. Por outro lado, o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Rio (Sindpol), Márcio Garcia, sustenta que o estado deve RAS desde agosto de 2016. Além disso, afirma que há débitos referentes ao Sistema Integrado de Metas (SIM) desde o segundo semestre de 2015.

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