Especialistas orientam como não ser mais uma vítima do cibercrime

Por O Dia

Ninguém está livre de ser vítima de golpe, mas seguindo algumas dicas é possível ficar longe das garras de cibercriminosos. De acordo com Roney Belhassof, algumas sugestões (que ele passou para a própria mãe, inclusive) são: use o WhatsApp somente para falar com amigos e amigas; desconfie de tudo que não for escrito pela pessoa que te mandou a mensagem, pergunte sempre para um amigo "fera" na internet se a busca no Google também der resultados estranhos, no WhatsApp ou fora dele sempre busque confirmação das notícias em veículos conhecidos e confiáveis. Uma outra dica muito importante é para usar o bom senso. "Essa notícia é verossímil? Já viu acontecer parecido? Tem algum furo, algum ponto que te deixa com a pulga atrás da orelha?", orienta Belhassof.

"Os mais velhos são os que mais têm dificuldade porque a internet é como um novo continente sendo descortinado. A internet é como chegar em um país novo com uma cultura muito diferente da nossa ou como chegar a uma festa onde não conhecemos ninguém e precisamos observar e entender como funcionam os papos e as interações entre as pessoas", diz.

Uma outra possível porta de entrada para vazar dados são os "testes" no Facebook, brincadeiras como a de ver quem vai ser seu par, ou compatibilidades. O alerta é de Marcio Beck.

"Toda vez que o usuário clica em compartilhar o resultado dos testes permite acesso para aquela determinada página publicar em seu nome. O que é diferente de compartilhar um link que algum amigo postou", aponta. "Para ter permissão para publicar, a página precisa ter acesso ao perfil do usuário e ninguém esclarece muito bem qual a profundidade desse acesso", diz o editor de conteúdo web.

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