regra de ouro fica para depois

Por O Dia

Os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, confirmaram que o governo adiará a discussão sobre alterações na chamada "regra de ouro" - que impede a emissão de dívida para o pagamento de despesas correntes, como conta de luz e salário de servidores - para depois da votação da Reforma da Previdência. Segundo Meirelles, a ideia não é suspender a regra constitucional, mas criar mecanismos de ajustamento em caso de descumprimento da norma. "Achamos que não é discussão adequada neste momento", disse.

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