Financiamento estudantilReprodução da internet
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Conhecidas as notas do Enem, os estudantes que não conseguiram garantir vaga em alguma universidade pública começam a pensar em alternativas que garantam o sonho de fazer o curso desejado. De um lado, há o novo Fies, o crédito que o governo disponibiliza para esse fim. De outro há uma variedade enorme de instituições dispostas a emprestar dinheiro ao estudante. Vamos conhecer as duas modalidades

O crédito estudantil

O Fies este ano tem três modalidades. Na primeira, são 100 mil vagas a juro zero para estudantes com renda familiar per capita mensal de até três salários mínimos. A segunda é para estudantes com renda per capita mensal de até cinco salários mínimos. Há 150 mil vagas o Norte, o Nordeste e o Centro-Oeste. A terceira modalidade também atende a estudantes com renda per capita mensal de até cinco salários mínimos. São 60 mil vagas para todos as regiões do país. No primeiro tipo, o dinheiro vem do governo. Nos dois últimos, o risco do crédito é de instituições bancárias.

É preciso atenção para um ponto: o pagamento cairá direto na folha dos recém-formados que estiverem empregados. O desconto pode chegar a 20%, segundo a renda. O desempregado poderá continuar pagando uma parcela mínima, mensalmente, similar à devida no período de estudos.

 

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Ouvido pela coluna, o economista Gilberto Braga dá uma sugestão de ouro para evitar que o estudante se meta numa dívida que não poderá pagar. "A regra é que não se deve entrar em um financiamento em que as parcelas do pagamento ultrapassem a 30% da sua renda", ensina ele. Outra dica: "O crédito bancário é mais caro que o estudantil. Não se deve recorrer ao banco para pagar a dívida da faculdade", comenta Braga.
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