Ato a favor da Casa do Jongo da Serrinha

Grupos culturais estiveram na Cinelândia para protestar contra a falta de verba

Por O Dia

Dezenas de grupos culturais se reuniram na tarde de ontem, na Cinelândia, em defesa à Casa do Jongo da Serrinha, que alega ter fechado as portas devido à falta de recursos financeiros para sua manutenção. O ato contou com apresentações de danças e músicas de matrizes africanas e blocos de Carnaval, como o Tambores de Olokun.

A sede da Casa parou de funcionar na quarta-feira passada e não tem previsão de reabertura. Na internet, usuários assinaram uma carta aberta à prefeitura sobre insuficiência dos recursos, que já não custeiam mais o quadro de funcionários, oficinas, aulas e atividades que são gratuitas à população. No entanto, o município nega a suspensão de verba. Em nota, ontem, a Secretaria Municipal de Cultura afirmou que, em 2017, a Casa do Jongo recebeu R$ 140 mil por meio da Lei do ISS (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza).

A pasta acrescenta ainda que o valor dado à instituição foi o maior já repassado pelos cofres públicos. Segundo a prefeitura, a Casa já dispõe de R$ 120 mil para executar os projetos neste ano. A Secretaria informou também que três editais lançados no ano passado não tiveram a participação da instituição, o que poderia aumentar a verba.

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